Sexta-feira, 18.05.18

Lançamento do Livro "Fernando Sylvan, uma monografia"




Livro de José Bárbara Branco sobre o autor timorense Fernando Sylvan é lançado em Díli no dia 9 de junho.

O livro "Fernando Sylvan, Uma Biografia" assume um retrato do escritor timorense que viveu a maior parte da sua vida em Portugal.

 

Este livro diz respeito a um extraordinário autor das Letras Portuguesas do século XX e, seguramente até agora, um dos mais notáveis escritores nascidos no então Timor Português, hoje Timor-Leste.

 

Nascido em Díli, Timor-Leste, a 26 de agosto de 1917, faleceu em Cascais, Portugal a 25 de dezembro de 1993, foi poeta, prosador e ensaísta.

 

Abílio Mota Ferreira, ou sob o pseudónimo Fernando Sylvan, é hoje inexplicavelmente pouco conhecido, pois a sua obra é vasta, eclética e muito interventiva, resultante de incansável actividade como jornalista, escritor, conferencista, ensaísta, poeta, professor e filósofo da singularidade da presença de Portugal no mundo. Foi presidente da Sociedade de Língua Portuguesa, em Lisboa, durante cerca de vinte anos.

 

Autodidacta assumido, cultivou a escrita com mestria e fez incursões em quase todos os domínios humanísticos. Foi um defensor convicto da portugalidade e da língua portuguesa, que viria a assumir uma intransigente reivindicação dos direitos dos timorenses e da independência de Timor.

 

O seu percurso, tanto no campo literário como na área profissional e pessoal, faz de Sylvan uma figura singular - que José Bárbara Branco nos dá a conhecer num laborioso trabalho de pesquisa e análise em arquivos, nos recônditos de bibliotecas e fontes orais. A sua apresentação fundamentada, mas muito dinâmica e objectiva, proporcionam não só a descoberta da biografia e obra de uma personalidade marcante, mas ainda uma viagem pela cultura portuguesa, de aquém e além-mar, no entrelaçado da diáspora da portugalidade com a visão transformada de um homem independente, que sentia e clamava que tinha duas pátrias: Timor e Portugal.

 

Este livro, publicado nos cem anos do nascimento de Fernando Sylvan é, para além de homenagem, um contributo para um novo impulso ao estudo da sua obra, não apenas pelos aficionados dos assuntos relativos a Timor, ou académicos. É também uma mais-valia para a consciência da valorização do português no mundo e como língua oficial em Timor-Leste – e ainda o conhecimento da enorme importância cultural de Fernando Sylvan pelos próprios timorenses.


Fernando Sylvan recebeu postumamente a condecoração Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.


Obras publicadas:

POESIA

 

Vendaval. Porto, 1942
Oração. Porto, 1942Os Poemas de Fernando Sylvan (capa de Neves e Sousa). Porto, 1945
7 Poemas de Timor (com vinheta de Azinhal Abelho e um desenho de João-Paulo na 1ª edição). Lisboa, 1965. 2ª edição, pirata. Lisboa, 1975.
Mensagem do Terceiro Mundo (poema e traduções de Barry Lane Bianchi, Serge Farkas, Inácia Fiorillo e Marie-Louise Forsberg-Barrett para inglês, francês, italiano e sueco). Lisboa, 1972.
Tempo Teimoso (capa da 1ª edição de Cipriano Dourado). Lisboa, 1974. 2ª edição, Lisboa, 1978
Meninas e Meninos, Lisboa, 1979
Cantogrito Maubere – 7 Novos Poemas de Timor-Leste (carta-prefácio de Maria Lamas, nota de Tina Sequeira, capa de Luís Rodrigues). Lisboa, 1981.
Mulher ou o Livro do teu Nome (com 21 desenhos de Luís Rodrigues, prefácio de Tina Sequeira). Lisboa, 1982
A Voz Fagueira de Oan Timor (organização de Artur Marcos e Jorge Marrão, prefácio de Maria de Santa Cruz). Lisboa, 1993.

 

PRESENÇA EM COLETÂNEAS DE POESIA

 Enterrem Meu Coração no Ramelau (recolha de textos de Amável Fernandes, desenhos de José Zan Andrade e capa de António P. Domingues e Fortunato). Luanda, União dos Escritores Angolanos, 1982.
Primeiro Livro de Poesia — Poemas em língua portuguesa para a infância e adolescência (selecção de Sophia de Mello Breyner Andresen, ilustrações de Júlio Resende). Lisboa, Caminho, 1991.
Floriram Cravos Vermelhos — Antologia poética de expressão portuguesa em África e Ásia (por Xosé Lois García). A Corunha (Galiza), Espiral Maior, 1993.

 

PROSA

LIVROS

O Ti Fateixa. Parede, 1951
Comunidade Pluri-Racial. Lisboa, 1962
Filosofia e Política no Destino de Portugal. Lisboa, 1963
A Universidade no Ultramar Português. Lisboa, 1963
O Racismo da Europa e a Paz no Mundo. Lisboa, 1964
Perspectiva de Nação Portuguesa. Lisboa, 1965
A Língua Portuguesa no Futuro da África. Braga, 1966
Comunismo e Conceito de Nação em África. Lisboa, 1969
Recordações de Infâncias (colaboração de Tina Sequeira). Lisboa, 1980
O Ciclo da Água (BD de Luís Rodrigues). Lisboa, 1987
Cantolenda Maubere/Hananuknanoik Maubere / The Legends of the Mauberes (traduções: para tétum, de Luís da Costa; para inglês, do Departamento de Projectos da Fundação Austronésia Borja da Costa. Ilustrações: 7 pinturas e 2 desenhos de António P. Domingues). Lisboa, 1988.


Fonte: Blog http://lusofonia.x10.mx

agendaculturaldili às 05:10 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 15.05.18

Ciclo de Cinema Língua Portuguesa - 12 de maio

As atividades de comemoração do dia da Língua Portuguesa, iniciativa da Embaixada de Portugal em Díli com o apoio da Fundação Oriente, continuam.

Na programação que a seguir se apresenta, propõe-se um calendário de filmes documentários de países onde se fala, ouve e se filma em língua portuguesa.

 A riqueza das diferentes culturas numa mesma língua é a tónica deste ciclo de cinema.

 

Apresentam-se os filmes agrupados por país de origem, sendo as produções da CPLP - DOC TV II e PALOP-TL da União Europeia, dois programas de incentivo à produção e capacitação audiovisual.

 

CPLP - DOC TV II - Video de apresentação (click aqui)

Programa de Promoção à Produção e Difusão do Documentário da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

Inclui ações de capacitação, co-produção e teledifusão de documentários. Cada país participante co-produziu um documentário nacional e as respectivas emissoras públicas de televisão promovem a teledifusão da série de documentários nacionais.

A iniciativa visa apresentar uma visão contemporânea dos países de língua portuguesa no mundo.

Foram selecionados nove projetos inéditos de documentários de 52 minutos.

Timor-Leste tem participado nestes programas por iniciativa do Ministério da Educação e Cultura, Direção da Arte e Cultura.

 

PALOP-TL União Europeia 25 anos

Em 2017 comemoraram-se os 25 Anos da parceria PALOP-TL com a União Europeia, tendo sido criado um concurso de audiovisuais para incentivar a produção de conteúdos, incluindo programas de capacitação com residência artística.  Video do concurso (click aqui)

 

Cartaz para os dias 12 e 19 de maio de 2018 na delegação da Fundação Oriente em Timor-Leste:

 

 

Cartaz para os dias 23, 30 de junho e 7 de julho de 2018 na delegação da Fundação Oriente em Timor-Leste:

 

DIA 12 de maio - 15h - Angola e Brasil



Do Outro Lado do Mundo

Rui Sérgio Afonso, Angola

Documentário, 52 minutos, 2017


O documentário retrata duas histórias de amor, protagonizadas por duas mulheres de culturas diferentes. As duas mulheres partilham a coragem e a ousadia de mudar o seu destino e quebrar barreiras culturais em prol da felicidade. O primeiro passo foi dado. O futuro é desconhecido.

Mais informação em LINK

 

PERCURSOS

Mauro Pereira, ANGOLA

Documentário, 20 minutos, 2017

 

Um cidadão de Cabo Verde, residente em Angola. O filme explora o seu percurso desde o país de origem – onde regressa, finalmente, de férias – e procura entender a sua motivação para continuar emigrado em Angola.

 

Por Parte de Pai

Guiomar Ramos, Brasil

Documentário, 52 minutos, 2016


Neste documentário, Guiomar Ramos revê a trajetória do seu pai, tentando entender o significado de morrer de emoção.



agendaculturaldili às 01:58 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 09.05.18

Ciclo de Cinema Língua Portuguesa - 19 de maio

As atividades de comemoração do dia da Língua Portuguesa, iniciativa da Embaixada de Portugal em Díli com o apoio da Fundação Oriente, continuam.

Na programação que a seguir se apresenta, propõe-se um calendário de filmes documentários de países onde se fala, ouve e se filma em língua portuguesa.

 A riqueza das diferentes culturas numa mesma língua é a tónica deste ciclo de cinema.

 

Apresentam-se os filmes agrupados por país de origem, sendo as produções da CPLP - DOC TV II e PALOP-TL da União Europeia, dois programas de incentivo à produção e capacitação audiovisual.

 

CPLP - DOC TV II - Video de apresentação (click aqui)

Programa de Promoção à Produção e Difusão do Documentário da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

Inclui ações de capacitação, co-produção e teledifusão de documentários. Cada país participante co-produziu um documentário nacional e as respectivas emissoras públicas de televisão promovem a teledifusão da série de documentários nacionais.

A iniciativa visa apresentar uma visão contemporânea dos países de língua portuguesa no mundo.

Foram selecionados nove projetos inéditos de documentários de 52 minutos.

Timor-Leste tem participado nestes programas por iniciativa do Ministério da Educação e Cultura, Direção da Arte e Cultura.

 

PALOP-TL União Europeia 25 anos

Em 2017 comemoraram-se os 25 Anos da parceria PALOP-TL com a União Europeia, tendo sido criado um concurso de audiovisuais para incentivar a produção de conteúdos, incluindo programas de capacitação com residência artística.  Video do concurso (click aqui)

 

Cartaz para os dias 12 e 19 de maio de 2018 na delegação da Fundação Oriente em Timor-Leste:

 

 

 

DIA 19 de maio - 15h - Cabo Verde e Guiné Equatorial



Canhão de Boca

Ângelo Danilo F. M. Lopes I Cabo Verde

Documentário, 52 minutos, 2017 I  CPLP DOC TV II


O documentário "Canhão de Boca" aborda o papel da Rádio Libertação na luta pela independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde.
"Canhão de Boca", expressão usada pelo "pai" das independências de Cabo Verde e Guiné-Bissau, Amílcar Cabral, para designar a Rádio Libertação.


O documentário conta com participação de Amélia Araújo, a principal locutora e animadora da Rádio Libertação, estação emissora criada em 1967 e utilizada pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) para difundir as ideias durante o conflito que o opôs ao Exército português na luta pela independência (1963/74).


No contexto de luta de libertação de Guiné-Bissau e Cabo Verde, Amílcar Cabral usava a expressão "Canhão de Boca" para se referir à Rádio Libertação como arma mais poderosa do que todo o arsenal de guerra que pudessem possuir.


A partir da experiência cabo-verdiana e com um olhar sobre o mundo, o documentário "Canhão de Boca" ficciona um programa de rádio com Amélia Araújo, uma das vozes da Rádio Libertação que deu corpo aos programas de difusão dos ideais da luta entre 1964 e 1973; e Rosário da Luz, voz que incorpora a informação crítica como luta da desconstrução contemporânea em Cabo Verde. As suas lutas são próprias de cada tempo, mas são, na sua essência, lutas comuns.

 

 

Hoje porque lutamos? Um dos maiores legados filosóficos da luta pela independência é o princípio de que, para sermos livres, precisamos pensar pelas nossas cabeças. Para isso, é essencial combater qualquer tipo de colonialismo e a nossa subjugação a este(s).

 

Este documentário elege a rádio, meio de comunicação e expressão vinculado à voz, como veículo da discussão contemporânea em torno da utopia da liberdade. A partir de eventuais confrontos, interessam as relações que o espectador reconstrua a partir do seu próprio pensamento.

(Fonte: http://tvbrasil.ebc.com.br/cplp-audiovisual/2017/06/canhao-de-boca)


 

HORA DI BAI - HORA DE PARTIR

Samira Vera-Cruz  I  CABO VERDE

Documentário, 24 minutos, 2017

 

A realidade Cabo-verdiana é por si uma eterna viagem, e na derradeira hora, a mistura de branco e preto, europeu e africano, revela-se numa ilha extremamente católica (herança europeia) mas que guarda superstições trazidas pelos escravos (herança africana). Afinal, a morte é certa. A Hora di bai é que é incerta.

 

Orígenes - Origens e Descendentes

Pedro Mba Ndong Nseng I Guiné Equatorial

Documentário, 52 minutos, 2017 I CPLP DOC TV II


 Com este documentário o realizador pretende investigar e descobrir a verdadeira identidade e a origem dos que hoje em dia formam parte da sociedade equato-guineense, tendo em conta que através de vários séculos, devido à escravidão e às guerras tribais, as migrações estiveram sempre presentes.

Quer caracterizar a enorme diversidade cultural, étnica e linguística da Guiné Equatorial, dar-lhe visibilidade como ferramenta de educação para os mais jovens.  


agendaculturaldili às 09:28 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 12.03.18

Cine Timor - "Rondon e a cartografia" - 17 março 16h

 

"Rondon e a Cartografia", um documentário do realizador Cacá de Souza

Será apresentado a 17/03 às 16h com a presença do autor.

 

A contribuição do marechal mato-grossense Cândido Rondon à cartografia brasileira e à consolidação das fronteiras do país é inestimável. O documentário  de Cacá de Souza apresenta um rico material fotográfico, cinematográfico e cartográfico realizado pelo próprio Rondon e seus auxiliares. Nas longas missões pelo interior do país, que se estenderam por mais de cinco décadas, foram reunidas informações e referências geográficas e antropológicas relevantes e precisas para o desbravamento do interior do Brasil. Seus resultados deram a Rondon reconhecimento internacional.  

 

Os fotogramas e mapas apresentados no vídeo foram recolhidos em instituições como o Museu Histórico e Serviço Geográfico do Exército, Arquivo Nacional, Museu do Índio, Museu Americano de História Natural e Sociedade Geográfica Americana, durante os 14 meses de produção do documentário. Foram gravadas participações de cientistas, historiadores e pesquisadores brasileiros e americanos, realizadas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro, no Brasil, e Nova York, nos EUA.

 

Duração: 32m

Ano: 2011

Indicação: Todas as idades

 

Críticas dos Media:

"Este trabalho do jornalista e documentarista Cacá de Souza é o segundo deste porte sobre Rondon, mergulha ainda mais na alma misteriosa deste brasileiro considerado um dos maiores desbravadores do nosso tempo.

Com uma curiosidade aguçada marca de toda sua carreira, uma obstinada dedicação ao personagem é uma sensibilidade sem igual, o realizador nos leva a uma viagem a um passado recente, mas incrivelmente ainda pouco conhecido e estudado da nossa história. 

Cacá de Souza traz mais uma bela obra que fortalece de forma vibrante uma trajetória de grande sucesso que merece a nossa admiração e nosso respeito. "  Fernando Parracho

 

"Tudo era difícil na época!"

"Assim Ramis Bucair descreve os tempos de Rondon. Diria também: "Tudo é difícil quando se trata de Cândido Mariano Rondon" acrescentando uma questão à sentença:"por que há tão poucas obras sobre esse exemplo de brasileiro, daquele que anda em falta nos dias atuais?"

(...)

Esta é a segunda obra do documentarista (a primeira foi "Roosevelt, Rondon - a Expedição") sobre o grande personagem de nossa história Marechal Cândido Rondon. Ela diz respeito a uma questão relevante e atual para o país e Mato Grosso: seu incrível e minucioso trabalho cartográfico."

- Valéria del Cueto

 

 

agendaculturaldili às 02:46 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 26.02.18

Cine Timor - José e Pilar - 3 março 16h

 



José e Pilar

Realização: Miguel Gonçalves Mendes

Género: Documentário

Duração: 2h e 5m

Portugal - Espanha – Brasil, 2010

Recomendado a maiores de 6 anos

 

Sinopse: Mostra do dia-a-dia do casal em Lanzarote e Lisboa, na sua casa e em viagens de trabalho por todo o mundo, José e Pilar é um retrato surpreendente de um autor durante o seu processo de criação e da relação de um casal empenhado em mudar o mundo – ou, pelo menos, em torná-lo melhor.

José e Pilar revela um Saramago desconhecido, desfaz ideias feitas e prova que génio e simplicidade são compatíveis. José e Pilar é um olhar sobre a vida de um dos grandes criadores do século XX e a demonstração de que, como diz Saramago, “tudo pode ser contado de outra maneira”.

 

Trailer - http://www.adorocinema.com/filmes/filme-189676/trailer-19539106/

 

Recomendado pelo Plano Nacional de Cinema do Ministério da Educação de Portugal.

agendaculturaldili às 01:07 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 23.02.18

Aniversário da Fundação Oriente e Museu do Oriente

 

Em 2018 assinala-se o 30º aniversário da Fundação Oriente e o 10º aniversário do Museu do Oriente em Lisboa.

 

Parabéns a todos os que contribuiram para que ambos continuem a promover a relação, história, amizade entre Portugal e os muitos países do Oriente que são destacados diariamente nas atividades da Fundação Oriente, das delegações no Oriente e do Museu do Oriente!

agendaculturaldili às 08:46 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 19.02.18

Cine Timor - Adeus Pai - 24 fevereiro 16h

A Fundação Oriente e a Escola Portuguesa de Díli convidam a assistir ao filme "Adeus, Pai"


Um jovem imaginativo e um pai muito ausente é o pretexto para Luís Filipe Rocha construir uma bela crónica juvenil, com João Lagarto e José Afonso Pimentel.


Realização: Luís Filipe Rocha

Actores: Afonso Pimentel, João Lagarto, Laura Soveral, entre outros.

Género: Drama

Duração: 1h e 25m

Portugal, 1996

Maiores de 12

 

Sinopse: Filipe tem treze anos e é um garoto solitário e introvertido, a quem o pai raramente dedica tempo e atenção. Uma noite, inesperadamente, o pai anuncia-lhe que vão partir os dois de férias para os Açores. Ao longo de vários dias e no meio da mágica atmosfera das ilhas, os dois vão ter tempo para se conhecerem e relacionarem como pai e filho pela primeira vez.

 

Trailer - https://www.youtube.com/watch?v=c5qN8vv0kgQ

 

Filme selecionado para o Plano Nacional de Cinema do Ministerio da Educação de Portugal

 

Entrada gratuita.

 

 

agendaculturaldili às 07:12 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 13.02.18

Anúncio Prémio de Língua Portuguesa 2018

A Fundação Oriente anuncia a 5ª edição do Prémio de Língua Portuguesa, um concurso de escrita para jovens estudantes timorenses dos 18 aos 24 anos

 

O Prémio de Língua Portuguesa tem como objectivo incentivar os jovens timorenses a escreverem em português, sendo que o Prémio para o vencedor é um curso de verão de língua e cultura portuguesa na Universidade do Minho no próximo mês de julho/agosto de 2018.

 

O tema do concurso deste ano é "A paz".

 

O prémio tem o valor de 3,000 usd. A Fundação Oriente compra a viagem de ida e volta e faz a inscrição e pagamento de propinas na universidade.

 

Inspire-se e escreva sobre o tema"A paz".

 

 

 

Prémio de Língua Portuguesa para Jovens Estudantes de Timor-Leste

5ª Edição - 2018

Regulamento

 

1. Designação

É instituído o Prémio de Língua Portuguesa da Fundação Oriente para jovens estudantes de português de Timor-Leste, com o objetivo de proporcionar o desenvolvimento das suas competências linguísticas e comunicativas em português, através da frequência do Curso de Verão de Língua e Cultura Portuguesa em Portugal, promovendo também, desta forma, o intercâmbio cultural com outros falantes de língua portuguesa.

 

2. Âmbito

2.1. O Prémio de Língua Portuguesa da Fundação Oriente é atribuído ao jovem estudante de Timor-Leste que apresente o melhor texto original com o tema “A paz”;

2.2. Os textos a apresentar não devem exceder as 3 (três) páginas A4, com o tipo de letra Times New Roman, tamanho 12 e com espaçamento entre linhas de 1,5;

2.3. Ao prémio podem candidatar-se apenas estudantes de nacionalidade timorense, actualmente a frequentar uma instituição de ensino em Timor-Leste, com idade compreendida entre os 18 e os 24 anos, inclusive, completados até à data limite de entrega dos textos;

2.4 Ao prémio podem candidatar-se todos os jovens que não tenham vencido o Prémio de Língua Portuguesa de anos anteriores;

2.5. Cada estudante apenas poderá apresentar 1 (um) texto a concurso;

2.6. Os textos a concurso devem ser entregues com a identificação do autor, curriculum vitae, indicação da morada, telefone e endereço electrónico (email);

2.7. Os textos a concurso deverão ser entregues na Delegação da Fundação Oriente, na morada Rua 30 de Agosto nº 78, Díli até às 17h00 do dia 30 de março de 2018, ou através do correio eletrónico para delegacaotimor@foriente.pt até ao dia 31 de Março de 2018;

2.8. Dos textos apresentados a concurso nesta edição serão seleccionados pelo júri no máximo 10 (dez), os quais serão apresentados pelos autores publicamente, em local e data a anunciar pela Fundação Oriente;

2.9. Os textos escolhidos não poderão sofrer qualquer tipo de alteração, devendo ser apresentados tal como foram elaborados;

2.10. A Fundação Oriente reserva-se o direito de publicar todos os textos apresentados a concurso, sem que daí advenham quaisquer encargos relativos a direitos de autor.

3. Natureza do Prémio

3.1. O Prémio de Língua Portuguesa da Fundação Oriente tem o valor pecuniário de 3,000 (três mil) dólares americanos e destina-se a apoiar a deslocação e a estadia do estudante premiado em Portugal, durante aproximadamente um mês, a fim de frequentar o Curso de Verão de Língua e Cultura Portuguesa na Universidade do Minho. O curso realiza-se durante o mês de Julho ou Agosto de 2018.

3.2. Na actual edição do Prémio serão atribuídos 4 Prémios de Língua Portuguesa.

3.3. Ainda na actual edição serão atribuídos como prémios extraordinários 4 (quatro) Cursos de Língua Portuguesa na Delegação da Fundação Oriente em Timor-Leste aos premiados entre o 5º e o 8º lugar de classificação. Os cursos deverão ser frequentados até final de 2019.

 

4. Atribuição do Prémio

4.1. Os vencedores do Prémio de Língua Portuguesa da Fundação Oriente serão escolhidos por um júri constituído por 5 (cinco) elementos escolhidos entre personalidades de prestígio na área de ensino e da cultura de Timor-Leste e/ou países da CPLP;

4.2. As decisões do júri serão tomadas por maioria simples e destas não caberá recurso;

4.3. O júri poderá não atribuir os prémios caso entenda que os textos não se enquadram no âmbito deste regulamento ou quando não tenham qualidade suficiente;

4.4. O resultado do concurso será publicado no sítio da Delegação da Fundação Oriente e outras redes sociais;

4.5. Os prémios serão entregues em acto público a realizar na Delegação da Fundação Oriente em Timor-Leste, em data a anunciar;

4.6. A Fundação Oriente reserva-se o direito de decidir sobre a renovação anual da atribuição deste Prémio.

 

Publicado em 01/03/2018


 

 

agendaculturaldili às 08:42 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 02.02.18

Master Class de guitarra acústica - 17 fevereiro

 

A Fundação Oriente e o professor de música João Rocha organizam no dia 17 de fevereiro, sábado, uma master class para guitarra acústica de improvisão em escalas pentatónicas.

 

Para todos os interessados, que já tocam guitarra acústica, esta será uma oportunidade de aprender a usar as escalas pentatónicas de forma fácil e muito prática.

 

Aula para maiores de 15 anos.

 

A Master class será conduzida em língua portuguesa e tem um componente prática muito grande pelo que é necessário que todos os participantes tragam a sua guitarra.

 

A Master Class é gratuita mas é obrigatório o registo até dia 15 de fevereiro.

 

Para efectuar o registo precisa apenas de:

- enviar um email para delegacaotimor@foriente.pt com nome, idade, nº de telefone

ou

- contactar pelo telefone nº 7846 1723 ou ainda 332 2180 e informar os seus dados.

 

Aproveite esta oportunidade!

 

 

agendaculturaldili às 03:42 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 24.01.18

Portfólio - Fotografias Gabriela Carrascalão

Entre 8 e 13 de Março de 2004 decorreu na Delegação da Fundação Oriente em Díli a exposição de fotografia e pintura da UNIFEM, agência das Nações Unidas com quadros 100% locais, “NEON rostos/faces", no âmbito das comemorações em Timor do Dia Internacional da Mulher, com o apoio do PNUD.

 

A exposição de fotografias de Gabriela Carrascalão, com o título “Neon – rostos/faces” (neon= rosto em tétum, e faces= rostos em inglês), tem por tema o rosto feminino em Timor e a resiliência denotada nos mesmos após o período da ocupação.

 

Para além de acolher a exposição, na Fundação Oriente realizou-se ainda um leilão das obras expostas, cuja receita se destinou a financiar a Fundação ALOLA que realiza trabalho na áreas de apoio social e económico à mulher.

 

Após o encerramento da exposição, a autora ofereceu à Delegação quatro fotografias expostas de rostos de mulheres que foram casos de estudo de recuperação psicológica e física de maus-tratos sofridos durante a ocupação pré 1999.

 

 

 

agendaculturaldili às 08:06 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

ARQUIVO

A DELEGAÇÃO EM TIMOR-LESTE

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FUNDAÇÃO ORIENTE

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MUSEU DO ORIENTE

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CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO

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BOLSAS DE ESTUDO

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