Quarta-feira, 27.04.16

a propósito da Revolução de Abril em Portugal ...

 

 

A 30 de abril em Díli assinala-se de forma simbólica a Revolução dos Cravos em Portugal, o 25 de abril.

 

Às 15h um grupo de jovens timorenses apresentará "interpretações livres de canções de Zeca Afonso", logo a seguir o primeiro episódio da série "Mulheres de Abril", série da RTP que assinalou os 40 anos do 25 de abril e às 16h30 um tributo musical a Zeca Afonso. Não perca e junte-se à festa!

 

Mais informação sobre a série Mulheres de Abril LINK

agendaculturaldili às 10:19 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 21.04.16

Cinema - Série Mulheres de Abril - episódio 4 e último - 14 de Maio - 15h

Série "Mulheres de Abril"

Episódio 1 "Onde estavas no 25 de Abril?" - Sábado - 30 de Abril - 15h

Episódio 2 "Uma calma e lânguida primavera" e Episódio 3 "Longo e quente verão" - Sábado -  7 de Maio - 15h

Episódio 4 "Uma família transmontana" e Episódio 5 "O novo milénio" - Sábado - 14 de Maio - 15h

 

Sinopse (página RTP):

"Mulheres de Abril" - 40 anos do 25 de Abril de 1974.

Ana faz 60 anos no dia 25 de Abril de 2014. O 25 de Abril faz 40 anos e Ana fez 20 anos no 25 de Abril de 1974.
Ana decide convidar para jantar as mulheres da sua vida. São elas, Isabel, a sua mãe, a sua filha Patrícia e a sua neta Sofia, a sua sobrinha Maria, a sua grande amiga de sempre, Luísa e finalmente Rosa, a antiga criada da família com quem Ana e Isabel mantêm uma relação muito próxima.
Ao longo do jantar, todas elas vão contando histórias e recordações do passado e presente, de várias gerações de mulheres, começando por Ana que recorda o dia 25 de Abril de 1974, o dia em que fez 20 anos.
Ao longo dos 5 episódios da minissérie, e tendo sempre como ponto de partida o jantar de Ana, vamos (re)conhecer recordações de várias épocas do século XX, que vão dos anos 20, 30 e 40, passando principalmente pelos anos 70 (antes da Revolução, durante e após) e finalmente o novo milénio.
A minissérie trata fundamentalmente da condição feminina e da evolução de costumes e mentalidades que afetaram a mulher desde as primeiras décadas do século XX até à atualidade.

 

Intérpretes: Ivo Canelas, Carla Maciel, Sara Barros Leitão, Amélia Videira, António Cordeiro, Mariana Monteiro.

Realização: Henrique Oliveira

Produção: HOP!

Ano: 2014

Duração de cada episódio: 60 minutos

No dia 7 de Maio serão exibidos os episódios 2 e 3 e a 14 de Maio serão exibidos os 2 restantes episódios.

Agradecemos à RTP a autorização para a exibição em Timor-Leste.

 

Venha assistir!

 

Sinopses de cada episódio a seguir ao cartaz.

 



Episódio 1 (de 5) - Onde estavas no 25 de abril?

 

Ana faz 60 anos no 25 de Abril de 2014. Decide comemorar a data, convidando para um jantar muito especial as mulheres da sua vida: Luísa, a sua amiga de sempre, Isabel, a sua mãe, Patrícia, a sua filha única, Sofia, a sua neta, Maria, sua sobrinha, e Rosa, antiga criada da casa dos seus pais.
Ao longo do 1º episódio, vamos conhecer um pouco das vidas destas 7 mulheres, cruzando histórias do presente de todas com as memórias do dia 25 de Abril de 1974 de Ana, Luísa, Isabel e Rosa.


Episódio 2 (de 5) - Uma Calma e Lânguida Primavera

Enquanto se dá início ao jantar, a conversa recai sobre as memórias dos anos imediatamente anteriores ao 25 de Abril de 1974.
Ana começa por recordar um dia de Fevereiro de 1969 quando foi acordada pela mãe, Isabel, o dia do terramoto no Porto.
Depois, Isabel e Rosa recordam a noite em toda a família assistiu à alunagem da Apolo XI, também em 1969.
Depois recordam outros factos do dia a dia desses tempos, de 1970 a 1973, e com isso, vamos assistir a uma série de situações típicas, nostálgicas ou divertidas que marcaram os últimos anos do antigo regime.

Episódio 3 (de 5) "Longo e quente verão"

As nossas 7 mulheres continuam o jantar. A conversa incide sobre os anos seguintes à Revolução de 1974.
Começa com a memória do dia 25 de Abril de 1975, a comemoração dos 21 anos de Ana, e com a festa que Ana deu nessa noite. Depois, seguimos o percurso atribulado de Ana até 1977, do seu pai com os seus medos quanto à revolução, e também de toda uma sociedade em mutação muito rápida.

O 25 de abril em Portugal é o mote para a série "Mulheres de Abril", exibida pela RTP no ano de 2014, ano em que se assinalaram os 40 anos da "revolução dos cravos". A série retrata as mulheres de uma família portuguesa e a influência desta data nas suas vidas. A personagem principal, a mãe, a filha, a nora, a neta, a amiga de sempre e a empregada doméstica são as personagens principais desta série dividida em 5 episódios.

 

Episódio 4 (de 5) - Uma família transmontana

Isabel recorda os seus pais, Amélia e Joaquim.
A história começa em 1923, em Carrazeda de Ansiães, uma pequena aldeia transmontana, com o casamento de Amélia e Joaquim, um pobre criador de gado. Nove meses depois nasce Isabel. Amélia convence Joaquim a ir vender gado para os talhos do Porto. Joaquim assim faz. Aos poucos, e com muito trabalho e sacrifício, começa a enriquecer. Começa também a frequentar os bordeis do Porto.
Em 1939, compra casa no Porto e trás a família. Amélia e Isabel ficam deslumbradas com a cidade. Joaquim, é já um outro homem, e começa a causar problemas à família...

 

agendaculturaldili às 07:49 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Cinema - Documentário sobre José Bonifácio - exibição 23 de Abril

 

Documentário sobre “José Bonifácio”

Texto do realizador Francisco Manso e director e autor do guião Francisco Castro Rego


"José Bonifácio de Andrada e Silva é uma personalidade fascinante.

 

A sua vida é um registo extraordinário de uma época de que ele foi simultaneamente testemunha e actor.

 

A sua história é a de um homem que pode ser visto de diversas perspetivas, todas elas interessantes pela marca que deixou.

 

Mas o que mais impressiona é a coerência da imagem que fica quando se associam as diversas peças do grande puzzle que constituiu a sua vida, tão complexa como inteira.

 

Uma das peças mais conhecidas é a da imagem de José Bonifácio como Patriarca da Independência do Brasil. Outra, menos conhecida, é a de grande pioneiro da História Florestal Portuguesa, com as suas acções de arborização nas dunas e os seus escritos explicativos.

 

Estas duas imagens, a de um Político Brasileiro e a de um Florestal Português associadas num personagem único, somam-se a outras peças com imagens de Lisboa, da Academia Real de Ciências, de Santos e de baleias, da Universidade de Coimbra, de Napoleão e das invasões francesas, de minas, de minerais, do Jardin du Roi  em Paris e de Freiberg, imagens em que entravam Rousseau, Humboldt e mais tarde D. Pedro, Maçonaria e Princesas, São Paulo e Rio de Janeiro, imagens que misturavam política, águas e florestas. E estas peças têm tons variados, de alegrias e tristezas, de poder e de exílio, de ciência e experiência, todas marcadas pelo homem e pela natureza.

 

O desafio de um documentário para a RTP (televisão pública portuguesa) em que se associassem todas estas peças não era um exercício fácil. Tivemos neste caminho ajudas importantes: em Portugal, do Parque Biológico de Gaia e do seu Diretor, Dr. Nuno Oliveira; no Brasil, de grandes conhecedores da matéria como o Prof. José Augusto Pádua e de diversas entidades. Mas não foi possível caberem nos 50 minutos do documentário muitas outras peças, de coragem divertida, de danças de lundum, da vida familiar, das suas ideias para uma capital no centro do Brasil (a futura Brasília), da sua poesia…

Mas fica neste documentário a reconstituição do puzzle que constitui o esboço da vida de um grande homem, num registo dividido entre o Brasil e Portugal que aqui se juntam, com viagens a Paris e a Freiberg, num aperitivo para quem queira melhor conhecer José Bonifácio, alguém à frente do seu tempo, nas lutas pela dignificação do Homem, contra a escravatura, e pela Conservação da Natureza e defesa da floresta.

E fica finalmente um grande agradecimento a todos quantos, em Portugal e no Brasil, abriram com entusiasmo as portas e a generosidade dos seus arquivos que tanto enriqueceram o documentário e aos que, agora, se associam à divulgação que José Bonifácio seguramente merece.

A todos muito obrigado."

agendaculturaldili às 04:44 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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